Refletir sobre a eliminação gradual das barreiras atitudinais, arquitetônicas e comunicacionais nas Bibliotecas oferecendo tecnologia de informação que garanta a todos o direito de acesso nos diversos suportes tradicionais e especiais.
terça-feira, 17 de abril de 2012
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
BICICLOTECA: pedalando e transformando.
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A Revolução dos Bichos, de George Orwell (1903-1950), é o livro que mais impressionou o ex-morador de rua Robson Mendonça, 60, gaúcho de Alegrete.
Por gostar de ler, e não poder pegar nada emprestado de bibliotecas públicas por não ter comprovante de endereço, ele tinha um sonho. Quando melhorasse de vida, criaria uma biblioteca só para pessoas da rua.
Ontem, em pleno Marco Zero da capital paulista, na praça da Sé, lá estava ela. A bicicloteca -uma bicicleta equipada com um baú atrás com centenas de livro dentro- fez a sua estreia."Até agora [por volta das 15h] 80 livros foram retirados", diz Mendonça, exibindo a lista de nomes escritos à mão em um caderno. Quem pega um livro tem duas opções: ou passa adiante para quem quiser ler, ou devolve para a bicicleta.
Todo acervo do projeto, bancado exclusivamente por parceiros privados, é fruto de doações. No baú, títulos de Truman Capote, Lima Barreto e Graciliano Ramos.
Mendonça conta que perdeu a mulher e dois filhos em um acidente. Essa foi uma das causas que o levou para a rua, onde permaneceu por seis anos, até 2003.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
XXIV Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação divulga Jangada Acessível.
História - A primeira jangada acessível do Brasil partiu para o mar da Pajuçara no dia 3 de fevereiro de 2010, às 11h, rumo às piscinas naturais. Desenvolvido pelo arquiteto Jorge Luiz, o projeto foi idealizado de acordo com os conceitos da ergonomia, que disponibilizou ferramentas metodológicas para o seu desenvolvimento, e também conta com apoio logístico da Secretaria Municipal de Promoção do Turismo (Semptur), da Superintendência Municipal de Controle do Convívio Urbano (SMCCU) e da Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas (Adefal).
O sucesso do projeto, que criou oportunidade de lazer para todos, também conquistou a parceria da Braskem, Hotel Radisson e Caixa Econômica Federal. Com esse apoio, Maceió conta, hoje, com três jangadas adaptadas para levar alagoanos e turistas brasileiros e estrangeiros até as piscinas naturais da Pajuçara, um dos principais cartões postais de Maceió. Fonte:
http://www.almanaquealagoas.com.br/noticias/?vCod=2126
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Projeto de acessibilidade visa melhorar vida de estudantes dentro da UFC Campus Cariri
quarta-feira, 4 de maio de 2011
sábado, 26 de março de 2011
MEUS PÉS SÃO A CADEIRA DE RODAS


MEUS PÉS SÃO A CADEIRA DE RODAS


domingo, 14 de novembro de 2010
Museu da Bíblia sedia encontro de pessoas com deficiência visual

Museu da Bíblia sedia encontro de pessoas com deficiência visualPelo quarto ano consecutivo, o Museu da Bíblia sediou o Encontro de Deficientes Visuais e instituições que trabalham com este público. Promovido pela Sociedade Bíblica do Brasil, o evento foi realizado no dia 23 de outubro, reunindo mais de 300 visitantes para um encontro de confraternização. A iniciativa integra o programa A Bíblia para Pessoas com Deficiência Visual, mantido há mais de 15 anos pela SBB.
A programação teve início com a palestra A Bíblia como Instrumento de Inclusão Social, proferida pelo secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, Erní Seibert. Depois de dar as boas-vindas, Seibert destacou que uma das riquezas da humanidade são as diferenças. “A Bíblia é um livro de inclusão social. No texto bíblico aprendemos os princípios que tornam possível a inclusão: o amor, o perdão e a tolerância. É por isso que a SBB utiliza a Bíblia como livro que promove a inclusão. Inclusão significa conviver com a diferença, como é o exemplo de Cristo”, ressaltou o secretário.
Os organizadores convidaram os participantes que ainda não se cadastraram a integrar o programa A Bíblia para Pessoas com Deficiência Visual. A SBB produz, desde 2002, a Bíblia Sagrada completa em braile, na língua portuguesa, cujos exemplares são distribuídos gratuitamente a mais de 2,5 mil pessoas cadastradas, juntamente com o material em áudio. Além disso, a entidade desenvolve outros projetos que focam as pessoas com deficiências. “No próximo ano, já devemos ter a primeira porção bíblica em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), contemplando, com isso, um grande contingente de pessoas com deficiência auditiva”, anunciou Seibert.
Os participantes do encontro assistiram ao filme Coração do Pai, baseado na parábola do filho pródigo. A audiodescrição ficou a cargo da doutora em linguística, Lívia Motta. “Este é um recurso que amplia a informação para pessoas com deficiência em espetáculos e eventos variados. É uma forma de transformar o visual em verbal, contribuindo para a inclusão deste público”, observou Lívia, que atuou voluntariamente no evento e é a responsável pela preparação dos audiodescritores da primeira peça brasileira com audiodescrição no Brasil.
Na cerimônia, foram revelados os vencedores do concurso literário A História de Mary Jones – O início do movimento das Sociedades Bíblicas. Organizado pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), o concurso de contos e poesias foi criado com o objetivo de destacar a vida da jovem que inspirou a criação das Sociedades Bíblicas, o começo deste movimento e o seu impacto na vida das pessoas, estimulando a criatividade de autores com deficiência visual ou não, e incentivando a leitura e a escrita em tinta e em braile.
Os ganhadores foram representados por Diego de Lima Ribeiro, segundo colocado na categoria Contos – autores com até 16 anos de idade; e Juliana de Araújo, vencedora da categoria Contos – autores com idade superior a 17 anos – e terceira colocada na categoria Poesias, que receberam seus troféus e medalhas das mãos de representantes da SBB. Os demais ganhadores, moradores de outras cidades e estados, receberão a premiação em suas casas.
Um momento de grande animação foi a premiação das ONGs com mais representantes. O primeiro lugar ficou para a entidade Amigos pra Valer, seguida da Fundação Dorina Nowill e da Associação de Deficientes Visuais Evangélicos do Brasil (ADEVEB). Para finalizar, os participantes fizeram uma visita à área de exposição do Museu da Bíblia.
Confira abaixo a relação completa dos vencedores do Concurso literário A História de Mary Jones – O início do movimento das Sociedades Bíblicas:
Contos – Autores com até 16 anos,11 meses e 29 dias
1º. Vinícius de Oliveira – Caxias do Sul (RS)
2º. Diego de Lima Ribeiro – Franca (SP)
3º. Jaqueline Cândido Pantis – Araruna (PB)
Contos – Autores com idade superior a 17 anos
1º. Ana Cláudia Lucena de Azevedo – Parnamirim (RN)
2º. Juliana de Araújo – Osasco (SP)
3º. Elenara Predebon Fernandes da Silva – Porto Alegre (RS)
Poesias – Autores com até 16 anos, 11 meses e 29 dias
1º. Rafael Mesquita Azevedo de Souza – Uberlândia (MG)
2º. Paula Hellmann Claudinno – Dourados (MS)
3º. Leonardo Samuel Idalencio – Caxias do Sul (RS)
Poesias – Autores com idade superior a 17 anos
1º. Rosana Aparecida Marques Roma Takachi – Esteio (RS)
2º. Juvenal Alves Correia – Senador Canedo (GO)
3º. Juliana de Araújo – Osasco (SP)
http://www.sbb.org.br/interna.asp?areaID=101&id=616
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
reAGIR para não morrer: fim das Bibliotecas Públicas Municipais?
A coordenação da Biblioteca Pública Municipal de Juazeiro do Norte está lançando a campanha ARRECADAÇÃO DE LIVROS PARA AS PADARIAS ESPIRITUAIS, com objetivo de conseguir abastecer as 20 bibliotecas comunitárias que serão instaladas em Juazeiro do Norte até o Centenário e outras da Região Metropolitana, que estão sendo criadas. Segundo o coordenador da Biblioteca, Franco Barbosa, a Fundação Enoch Rodrigues de Brasília já doou mais de 25 mil títulos, que chegaram nesta quarta-feira, dia 08 de setembro. “Nós precisamos de 60 mil livros nos próximo 10 meses. Por isso estamos solicitando de todas as pessoas que puderem doar livros para este grande projeto social que procurem a Biblioteca Pública Municipal Possidônio Silva Bem, e façam a doação do que for possível. Um livro, dois livros, uma caixa, duas caixas, cinco caixas; o que tiver para doar. Quem não puder vir trazer a doação, basta ligar para os telefones abaixo mencionados, que o carro da Secretaria de Cultura de Juazeiro vai até o seu endereço. Não importa o tipo do livro, aceitamos e recebendo livros didáticos e paradidáticos”, ressalta o coordenador.
Para cada biblioteca serão destinados entre dois a três mil títulos. Basta ligar para a Biblioteca Pública, deixar seu endereço e telefone que os livros serão recolhidos, especialmente quando for de uma caixa em diante.
No primeiro momento, serão inauguradas seis bibliotecas, nos seguintes bairros: Frei Damião, João Cabral, Antônio Vieira, Vila Nova, Aeroporto e no São Gonçalo, na zona rural de Juazeiro do Norte, como também abastecer e criar outras padarias espirituais em Crato, Barbalha, Antonina do Norte, Assaré, Missão Velha, Mauriti e Caririaçu. http://caririag.blogspot.com/2010/09/biblioteca-polo-realiza-campanha-do.html
Curso CONSERVAÇÃO DE DOCUMENTOS promovido pela AGIR Cosultoria Empresa Júnior do Curso de Biblioteconomia da UFC Cariri

A Agir Consultoria Jr. percebendo a carência de profissionais nos arquivos, museus e bibliotecas que dominem técnicas para conservação de atas, certificados, livros, jornais, cartas históricas, entre outros, oferece o Curso Conservação de Documentos. Ele possibilitará avaliar o documento para tomada de decisões preventivas e reparadoras quanto ao prolongamento de vida do suporte físico “papel”.
O curso irá dar noções de restauração com a utilização de papel japonês e cola que funciona primordialmente como espessante neutro, porém é também emulsificante, agente de suspensão homogenizante e aglutinante.
Você aprenderá também confeccionar capa dura usada em monografias, fazer costura japonesa e à francesa.
Público alvo:
Bibliotecários, Bibliófilos, Estudantes de Biblioteconomia, Designe de Materiais, História, Arquivologia e Museologia.
Dias: 09, 16, 23, e 30 de outubro. Aos sábados das 13h30 às 17h30.
VAGAS LIMITADAS
Local de realização: EEFM Polivalente.
Rua José Marrocos - Juazeiro do Norte
Promoção: AGIR Consultoria Jr. Curso de Biblioteconomia da UFC Cariri
Contato: 9971-4935
Facilitador: Carlos Oliveira - participou do Curso Conservação e Noções de Restauração pela Associação de Bibliotecários do Ceará, ministrou oficinas de Conservação no Senac Crato, Senac Juazeiro e UFC Campus Cariri, trabalhou durante seis anos na Biblioteca Central da URCA na Oficina de Conservação/Encadernação de Livros com a supervisão da Restauradora Márcia Burgos e Bibliotecária Altamir Teles.
Programação:
DEFINIÇÕES: Preservação, conservação, conservação preventiva, restauração
AGENTES DE DEGRADAÇÃO DO PAPEL: Internos e Externos
AGENTES FÍSICOS: Luz, Temperatura e umidade relativa
AGENTES QUÍMICOS: Poluição ambiental e Poeira
AGENTES FÍSICOS MECÂNICOS: Guarda inadequada, Manuseio incorreto e Desastres
AGENTES BIOLÓGICOS: Microorganismos: bactérias e fungos
Insetos: traças, baratas, cupins, brocas e piolhos; Roedores; Homem
TÉCNICAS DE CONSERVAÇÃO: Diagnóstico, Monitoramento ambiental, Vistoria, Higienização, Acondicionamento, Reparos: fragmentos, Encadernação e reencadernação, Armazenamento, Plano de salvamento e emergência.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
EXPOSIÇÃO SENTINDO NA PELE
ORIGAMI NA BIBLIOTECA
quinta-feira, 13 de maio de 2010
A ORDEM DOS LIVROS NA BIBLIOTECA - BIBLIOTECÁRIA ANA VIRGÍNIA
Publicado em 2007, 66 páginas, 1ª edição.
O vídeo mostra a importância da conservação da memória por meio dos livros.terça-feira, 11 de maio de 2010
OFICINA DE CONSERVAÇÃO DE LIVROS - UFC CARIRI
SEMANA DE PRESERVAÇÃO DA UFC OFICINA DE CONSERVAÇÃO DE LIVROS
sábado, 8 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
Oficina de Conservação de Livros

Dentre as ações programadas estão a divulgação de material educativo junto à comunidade acadêmica e usuários em geral; realização de exposições bibliográficas; estímulo à adoção de livros (encapamento especial); premiação de alunos que mais retiram livros por empréstimo nas bibliotecas do sistema.
Também será realizada um oficina de conservação de livros como o facilitador Cícero Carlos. www.cariri.ufc.br
sábado, 19 de dezembro de 2009
POLÍTICAS DE ACESSIBILIDADE NA UFPB
Inserido no eixo da capacitação previsto pelo Programa Incluir, o Seminário mobilizará estudantes, professores e servidores da UFPB, com o fim de avaliar as iniciativas de acessibilidade e inclusão que vêm sendo efetivadas pela universidade, bem como discutir, elaborar e implementar ações e programas consistentes de acessibilidade, aglutinando os diversos serviços existentes, buscando financiamentos, otimizando o pleno atendimento dos estudantes com deficiência da UFPB.
- Mapear os problemas de acessibilidade vividos pelos estudantes, servidores e docentes da UFPB, no campus 1 de João Pessoa, tais como barreiras arquitetônicas, dificuldades de acesso a acervos e bancos de dados;
- Refletir, partindo-se da perspectiva dos usuários e da equipe técnica, acerca da qualidade de acessibilidade de serviços como o portal da UFPB e o acervo online da Biblioteca Central, entre outros;
- Avaliar o atendimento às pessoas com deficiência em setores como o Nedesp, Comporta Especial, setor braille da BC e outros.
- Conhecer experiências realizadas e/ou em andamento, pela pesquisa, a extensão e o ensino, contemplando a acessibilidade na UFPB;
- Fomentar a criação de grupos de trabalho, visando a ampliação de projetos de pesquisa e extensão, com foco na inclusão e acessibilidade na UFPB. Esses são os objetivos centrais envolvidos na realização do seminário.
Finalmente, a capacitação dos três segmentos universitários permite uma avaliação das estratégias já implementadas, oportuniza o mapeamento dos problemas mais prementes quanto à acessibilidade na UFPB, inaugura um processo de aglutinação das várias instâncias universitárias em favor da consolidação da sua política de inclusão e acessibilidade a longo prazo.
"ACESSIBILIDADE: DISCURSO E PRÁTICA NO COTIDIANO DAS BIBLIOTECAS"
Veja o que a Pupo diz em seu primeiro artigo: “Pessoa com deficiência não podem nem devem ser excluídas desse processo, pois podem ser grandes beneficiárias das inovações proporcionadas pelos meios de comunicação, e não nos compete, nem é lícito escolhermos quais seres humanos iremos receber ou atender em nosso ambiente de trabalho”.
Fico feliz por poder colaborar com essa linha de pesquisa, acreditando numa inclusão onde cada um pode interferir.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
CONTRASTE ENTRE LIVRO IMPRESSO EM TINTA E EM BRAILLE
“Sem livros, os cegos não podem realmente aprender”.
Louis Braille
Refletindo sobre o custo do livro impresso em tinta e o custo em braille, a diferença de formato e os espaços para acondicionamento, a quantidade oferecida entre ambos nas bibliotecas e a porcentagem de pessoas com e sem deficiência verificamos a disparidade. Enquanto, por exemplo, um livro em tinta ocupa um espaço de 2cm numa estante, o mesmo livro em braille precisa de 30cm porque não existe tamanhos diferentes para as letras, como também, dependendo da quantidade de páginas, deverá ser dividido em volumes, tornando humanamente impossível uma Bíblia num só volume, quando em média dá 30 volumes em Braille.
Durante muito tempo se tentou produzir algo acessível para que as pessoas cegas tivessem acesso à leitura, mas não à escrita. O Sistema Braille não foi o único que buscou socializar a informação. A professora Regina Fátima, da Fundação Dorina Nowill para Cegos, num congresso em João Pessoa da ABEDEV fez um retrocesso na história. No século XIV foi encontrado um homem por nome Zain-Din AI Amidi, professor árabe, resumia e identificava os livros por meio com informações por meio de espirais de papel bem fino, que, depois de engomadas, os dobrava sobre os caracteres. Em 1517 Francisco Lucas (na Espanha) pensa um jogo de letras esculpidas em placas de madeira. Já na Alemanha no ano 1651, Jorge Harsdorfer reproduz um método clássico utilizando uma tábua recoberta com cera, sobre a qual se escreve com o apoio de um estilete. Maria Teresa von Paradis é alfabetizada por meio de alfinetes cravados em uma base, no século XVIII. Valentin Haüy funda a primeira escola para cegos no mundo no ano de 1784, entrando definitivamente na história. No ano de 1811, o militar Charles Barbier de Ia Serre cria um sistema de escrita para possibilita a comunicação durante a noite entre os soldados em campanha. Presumindo que se os soldados podem se comunicar sem o recurso da visão, então as pessoas cegas também o podem fazer. Barbier apresenta o seu intento numa visita que faz a escola de Haüy onde conhece o jovem de 15 anos chamado Louis Braille.
Impressionado com a idéia, Louis Braile adapta de doze pontos em alto relevo, para seis pontos e combina, ao invés de sílabas, letras, em 63 posições diferentes. Nasce o sistema de escrita que leva seu nome, para revolucionar a vida da pessoa cega no mundo. Em 1825 ele apresenta a primeira versão e em 1837 a versão final. Por ele podem ser representadas as letras do alfabeto, números e símbolos da aritmética, fonética, informática e musicologia.
Louis Braille nasceu em Coupvray, aldeia a leste de Paris em 1809 e no dia 6 de janeiro de 1852 morre de tuberculose. A inclusão na sociedade das pessoas cegas é influenciada pelo nível intelectual, o que permite o sistema aflorar por oferecer as mesmas condições de leitura do vidente.
















